Para além da exposição Xerazade – a Coleção interminável do CAM, a obra de Rui Calçada Bastos está presente em duas outras exposições colectivas que estarão patentes ao público até ao final do primeiro semestre deste ano. Xerazade, já noticiada aqui, apresenta-se na Fundação Calouste Gulbenkian durante todo o 2026. Mas o artista também está representado com um vídeo na iniciativa H Box – Ciclo de filmes da Coleção do CAM, no Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa. Esta mostra, que tem curadoria de Leonor Nazaré, está patente ao público até ao final de mês de Março. Já o MACAM (Museu de Arte Contemporânea Armando Martins) apresenta até ao dia 01 de Junho obras deste e de outros artistas patentes na exposição “Entre a palavra e o silêncio – Obras da coleção José Carlos Santana Pinto” (curadoria de Adelaide Ginga).
