
A instalação tem como ponto de partida conceptual o nome do espaço expositivo que, embora se designe como cubo, não o é.
A conjugação entre pintura, luz e espaço constrói um elemento virtual que permite a perceção do sólido através de uma experiência essencialmente bidimensional, emoldurada pela vitrine.
Entre o nome da galeria, o espaço expositivo e a instalação estabelece-se uma continuidade fenomenológica. Nenhum deles é um cubo em sentido literal, mas todos o evocam.
Maria Souto de Moura
2026