Rui Calçada Bastos (Lisboa, 1971) O trabalho de Rui Calçada Bastos debruça-se sobre a paisagem urbana, objectos, formas e situações que talvez passassem despercebidas num primeiro olhar. Trabalhando com e nas cidades por onde passou ou viveu, o artista explora detalhes, memórias, gestos e narrativas urbanas como possíveis vislumbres do sublime. Através da fotografia, vídeo, escultura, pintura e instalação, o artista desenvolve os seus temas de forma poética, confrontando o espectador com uma visão auto-referencial.
Uma selecção de algumas das suas exposições mais relevantes: Inaspettatamente (Cloud Seven, Bruxelas, 2021), Unsettling Affairs (Colégio das Artes, Coimbra, 2019), Constelações: Uma Coreografia de Gestos Mínimos (Museu Berardo, 2019), Escala 1:1 (Tabacalera, Madrid, 2018,) Portugal em Flagrante – Operation 3 (Fundação Calouste Gulbenkian, 2017), Portugal, Portugueses / Museu Afro Brasil (São Paulo, 2016), Walking Distance (MAAT, 2016), O Espírito de Cada Época (Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil, 2015)), Hospitalidade (CGAC, Santiago de Compostela, 2014), Super8 (MAM, Rio de Janeiro, 2013), Par Terre (Espace Photographique Contretype, Bruxelas, 2012), Unfinished Journeys (Nasjonalmuseet for Kunst, Arkitektur og Design, Oslo, 2012), Super8 (Yerba Buena Center for the Art, São Francisco, 2012), Overseas (Kunstverein Arnsberg, Alemanha, 2011), Checkpoint Berlin (Centre d’Art Contemporain, Annemasse, 2008), Itinerários.2006/2007 (Fundación Marcelino Botín, Santander, 2008), Wir haben keine Probleme (Bergen Kunsthall, Bergen, Noruega, 2007), Pequeños Problemas (Circulo de Bellas Artes, Madrid, 2006), The Peninsula (Singapore History Museum, Singapura, 2006), Algunas Figuras – Arte Contemporánea en Portugal (Laboratorio Arte Alameda, Cidade do México, 2005), It’s Romantic not to be Romantic (Kunstlerhaus Bethanien, Berlim, 2003), entre outras.
O seu trabalho está representado em importantes colecções como: NBK – Neuer Berliner Kunstverein; Fundação Calouste Gulbenkian; Instituto Figueiredo Ferraz; Coleção de Arte Contemporânea do Estado – CACE; Fundação MAAT / EDP; IVAM – Instituto Valenciano de Arte Moderna; Fundação PLMJ; Coleção EGEAC-CML; The Frédéric de Goldschmidt Collection; Fundação Oriente; Coleção António Cachola; CGAC- Centro Galego de Arte Contemporánea; Coleção de Fotografia Contemporânea Novo Banco; Museo de Arte Contemporáneo de Santander y Cantabria; Plancius Collection; Oliva Arauna Collection; CAV – Centro de Artes Visuais; Susanne & Werner Peyer Collection; Coleção Ordonez-Falcon, entre outras.